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Índice Ultravioleta: Uma Ferramenta Útil
John P. Kinney, MD1, Craig S. Long2 , Alan C. Geller, RN, MPH3
Dermatology Online Journal 6(1):2 
Trasducido por el Dr. George Leal

1Palm Beach Medical Group, West Palm Beach FL 2National Weather Service, National Meteorological Center, Washington, DC 3Boston Medical Center, Boston, MA 
 


Resumo

O índice Ultravioleta foi desenvolvido nos Estados Unidos em 1994 a partir do uso bem sucedido dos alertas ultravioletas em outros países.  Esta  previsão do tempo diária do Serviço Nacional do Tempo  é um cálculo que integra cinco elementos de dados para reproduzir a quantidade de radiação UV  que impacta a superfície (1m2) ao meio dia solar em 58 dos maiores centros populacionais dos estados Unidos. Essa previsão numérica simples é então categorizada pela Agência de Proteção Ambiental em cinco "níveis de exposição" com ações protetoras recomendadas para cada nível. Essa informação é disseminada através da mídia. Lembretes diários parecem afetar a consciência e o comportamento no Canadá, mas pesquisas nos EUA indicam a necessidade de uma melhor compreensão através de gráficos educativos. Comparando-se o Índice Ultra Violeta à previsão de chuvas possui o mérito de associar uma predição familiar diária à implicação de medidas protetoras apropriadas.Gráficos associam as idéias de que "quando chove, jorra e quando brilha, torna-se radiante". A se começar em escolas, campos de recreação e encontros dermatológicos, usando-se a analogia chuva/brilho, uma maior exposição ao Indice Ultravioleta é proposta. 



Introdução 

Com a taxa de câncer de pele excedendo a maioria dos outros canceres [1] a comunidade médica  tem conduzido o problema através do encorajamento de uma mudança de comportamento baseada na proteção e prevenção da exposição à radiação ultravioleta.  Os australianos mostraram o caminho prosseguindo na sua bem sucedida campanha de 1981 " SunSmart Sid Seagull" com decretos legislativos que incluíam diminuição na taxação de protetores solares, saúde ocupacional e regras de segurança para trabalhadores ao ar livre, uma política escolar "sem chapéu, sem jogo", e lembretes diários de alertas ultravioleta.[2,3] 
Tabela 1. Breve História do Desenvolvimento do Índice Ultravioleta 
  1. 1982 - Laboratório de Radiação australiano monitoriza a radiação  ultravioleta e começa a trasnmitir a dose ultravioleta diária  como Dose Eritematosa Mínima (DEM) para as principais cidades durante os noticiários noturnos.
  2. 1987 -A Nova Zelândia  informa hora a hora o Burn Times no rádio
  3. 1992 - O Serviço Atmosférico Ambiental (SAA) do Canadá inicia  a transmissão do Índice UV usando uma escala de 1 até 10. Tais esforços e a educação da população  mostraram-se ser de sucesso em gerar mais preocupação  e mudanças comportamentais em relação aos "hábitos de sol".
    1.  
    # 1992 - A Agência de Proteção Ambiental (APA) colabora com o Serviço Nacional do Tempo (SNT) para desenvolver um Índice Ultravioleta similar ao do Canadá. O APA e o Centro para Controle e prevenção de Doenças (CDC) desejam lançar uma campanha de conscientização pública sobre os perigos da radiação ultravioleta. 

    # 1994 - O Índice UV é produzido pelo Serviço Nacional do Tempo para 58 cidades americanas, numa base diária.

 
 
 
Figura 1

A Nova Zelâncdia  (em 1987) e o Canadá (em 1982) desenvolveram campanhas de conscientização pública incluindo previsões diárias da força do ultravioleta. (Tabela 1)  Em 1994, a Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos (APA)  e  o Serviço Meteorológico Nacional (SMN) desenvolveram e validaram o Índice Ultravioleta, uma previsão diária da quantidade de radiação ultravioleta danosa que impacta nossos maiores centros populacionais.[4]  (Figura 1) O editorial do Dr. Koh em 1996 foi o primeiro a trazer esse novo alerta à atenção dermatológica.[5] Pesquisas têm documentado a larga disseminação e utilidade do Índice UV, porém tem demonstrado interpretações inconsistentes desse valor diário.[6,7]  Comparando-se o Índice Ultravioleta com uma previsão que todos nós compreendemos, a previsão da chuva, pode-se aumentar a compreensão do Índice Ultravioleta como uma ferramenta preventiva/protetora de saúde. 
 

O que é o Índice Ultravioleta?

Tabela 2. Elementos do Índice Ultravioleta
A Latitude e a Data do Ano 
determinam o ângulo zênite solar. Este é o ângulo sobre o qual a luz (incluindo a radiação UV) viaja através da atmosfera. Um ângulo zênite solar baixo ou alto significa a trajetória direta ou obtusa através da atmosfera com  a menor ou maior quantidade de interação com a camada de ozônio, resultando em relativamente baixa ou alta quantidade de radiação UV alcançando a superfície terrestre. 

O ozonio na estratosfera absorve todo o UV-C, absorve parcialmente o UV-B, mas não absorve nada  de UV-A. Quanto maior for a quantidade de ozônio na estratosfera, mais radiação UVB é absorvida. 
 
Quanto mais a Elevação (altitude em que se encontra o observador) aumenta, mais diminui a distância que a luz UV viaja através da atmosfera e consequentemente maior é sua intensidade. (6-10%/1000 pés) 

As nuvens tanto refletem, transmitem ou absorvem a radiação UV dependendo de sua espessura em uma maneira muito similar à radiação visível. Portanto, à medida que a capa de nuvens aumenta, a quantidade de reflexão de UV aumenta e a transmissão diminui. 

Outros fatores locais modificando a quantidade de radiação UV atingindo a superfície  que não são  comumente levados em conta  no cálculo da previsão diária

incluem a reflectividade UV e a poluição da superfície e aerosois. Geralmente, com a exceção da neve e areia, a maioria das superfícies é muito ineficaz na reflexão da radiação UV. A superfície que mais preocupa seria a neve, que é altamente (80-90%) reflectiva para todos os comprimentos de onda UV.  De forma que mesmo no meio do inverno, a exposição à radiação UV refletida sobre um campo nevado ou  em altitudes elevadas enquanto se esquia pode duplicar ou triplicar a quantidade de UV direto normalmente recebida sem a neve.  A areia é algo reflectiva dependendo do tipo, tamanho e cor dos grãos. A poluição do ar e os aerosois tem ação na radiação UV absorvendo-a ou dispersando-a. Seu efeito total é diminuir a quantidade de radiação UV que alcança a superfície. 
 
A Reflexão intensificará a Exposição UV2 
 Superfície  % de Reflexão (energia adicional)
Agua 5% to 7%
Grama 2.5% to 3%
Areia 20% to 30%
Neve e gelo 80% to 90%
 
   
 
Figura 2

O Índice Ultravioleta, produzido pelo Serviço Meteorológico Nacional é uma previsão calculada da quantidade de radiação UV prejudicial a pele que irá alcançar um local específico (1m2) durante a hora do meio-dia solar, 11:30 a.m. a 12:30 p.m. (tempo padrão local).   A Organização Mundial de Meteorologia designou uma unidade de Índice UV como 25 mW/m2 ou 90J/ m2/hr.  Essa previsão é derivada da combinação de cinco elementos: 1) latitude, 2) dia do ano, 3) ozônio total acima, 4) elevação acima do nível do mar, e 5) quantidade de cobertura das nuvens.  Para uma explicação mais detalhada dos elementos e gráficos ilustrativos desses fatores ver  Tabelas 2 e Figura 2. 

Tabela 3: ELEMENTOS  DO ÍNDICE ULTRAVIOLETA 
  Ordem de Combinação e Cálculo4 
 
  • As quantidades de ozônio observadas pelos  satélites orbitários NOAA polares são combinadas com temperatura e intensidades de pressão constante em níveis específicos  na baixa estratosfera para produzir o campo de ozônio para previsão.
  • O campo de ozônio para previsão e as informações do ângulo zênite solar para um dia em particular são transferidas para um modelo  radiativo  que produz as irradiações nos comprimentos  UV-A e UV-B.
  • Estas irradiações são mensuradas pelo espectro de ação eritermica (pico 300-310 nm com pouca contribuição abaixo de 320 nm) e integradas de 290 a 400 nm para produzir a taxa de dose eritermica.  Esta taxa se refere a condições de céu claro  a nível do mar para uma dada localidade.
  • Um campo de elevações é utilizado para ajustar a taxa de dose para cada localidade  através do incremento de 6%/km.
  • As probabilidades das nuvens atraves do metodo EMS (Estatística de Modelo de Saída) para a lista de cidades são usadas para determinar a porcentagem de transmissão da irradiação. As taxas de transmissão determinadas a partir de informações reais  são dadas a partir de casos específicos de:
    • 100% claro=99,9% 
    • 100% nuvens esparsas=89,6%
    • 100% nuvens   fragmentadas=72,6% 
    • 100% nublado=31,6%
  • Um valor da taxa de dose ajustada pela elevação é interpolada do campo global  para aquele de cada cidade da lista. 
  •  A transmissão percentual é aplicada, resultando na taxa de dose eritérmica ajustada por elevação, "nublada", final. Isto pode variar em valor de 0 (sem nenhuma condição solar acima do Círculo Ártico) para acima de 300 miliWatts por metro quadrado por segundo (mW/m2/seg) no equador. 
  • A conversão padrão da Organização Meteorológica Mundial  de 25 mW/m2/seg=1 Unidade de Índice UV é aplicada para a taxa de dose eritérmica ajustada pela elevação das nuvens para produzir o valor de Índice UV para cada   uma das 58 cidades da lista. 


Cálculo UV para uma localização hipotética

  • A quantidade de ozônio prevista para  21 de Junho em 40° N é 300 Unidades Dobson (mili-atmosfera/cm2). 
  • Alimentado o modelo de radiação de transferência  e tendo o espectro de ação eritérmica aplicado à produção de irradiação obtem-se como resultado uma taxa de dose eritérmica de 230 miliWatts/m2/seg. 
  • O local específico localiza-se 1 km acima do nível do mar.  Portanto a taxa de dose eritérmica é aumentada em 6% para um valor de 243.80 mW/m2/seg.
  • O modelo numérico prediz uma chance de 100% para nuvens esparsas  de forma que  a taxa de dose  acima é multiplicada por 0,896 resultando num valor de nuvem ajustado para 218,45 mW/m2/seg.
  • Este valor  é escalonado pelo padrão da OMM de 25 mW/m2/seg por unidade do ìndice UV   portanto levando ao resultado de um ìndice UV de 8,7, que é arredondado para o valor inteiro mais proximo.[9].
[9]

Tabela 4. As Categorias  de Exposição  para o Índice UV da APA
(Agência de Proteção Ambiental)
  Índice UV Nível de exposição
1-2 Minimo
3-4 Baixo
5-6 Moderado
7-9 Alto
10 e maiorMuito Alto


 
Figura 3

As qualidades desses cinco elementos e um exemplo da maneira que eles são combinados para calcular a previsão final do nível de exposição é detalhado na tabela 3.  A APA adicionalmente categoriza o Índice UV numérico em cinco níveis de exposição desde Mínimo até o Muito Alto. (Tabela 4)  Medidas de ação preventiva contra a super exposição são recomendadas pela APA e exibidas em forma de ícone.[8] Estas incluem: 

Limite o Tempo de Exposição no Sol do Meio-dia: 
  Sempre que possivel limite a exposição ao sol entre as horas de 10 da manhã e 4 da tarde (evite esta faixa de 10-16 hs) 

Procure a Sombra: ficar coberto é a melhor proteção. Lembre-se da Regra da Sombra: Observe sua sombra - se estiver sem sombra, procure abrigo! 
 
Sempre use o fotoprotetor:  aplique com generosidade um filtro de largo espectro, com fator no mínimo 15, reaplicando a cada 2 horas. 
 
Use um Chapeu: Um chapeu com aba larga protege areas vitais da face, orelhas, olhos e pescoço.
Cubra-se: use roupa folgada, de tecelagem  bem justa, com mínimo espaço entre os fios, e que cobrindo o máximo possivel do corpo vai oferecer proteção adicional contra os raios solares 
 
 
  Use óculos escuros: escolha aqueles que bloqueiem 99-100% da radiação UVA e UVB. Óculos de máxima proteção reduzirão a exposição, que pode estimular a formação de catarata

Quando combinados em formato gráfico e calibrados ao nível de exposição, estes ícones proporcionam um guia rápido e útil para ser usado por todas as idades[9] (Figura 3). 


Como é disseminado o Índice UV ?

O Índice Ultravioleta é apresentado diariamente por volta das 14:00hs EST, permanecendo disponível até o dia seguinte,  através da "Linha do Tempo" do Serviço Nacional do Tempo SNT NWS Weather Wire e é publicado na homepage para o Índice Ultravioleta do SNT e na da Rede  Interativa de Informações do Tempo.  Jornais locais compram freqüentemente mapas tempo/meteorológicos inteiros  e dados de temperatura nacional originários de companhias privadas que normalmente integram o Índice UV e informações de tempo de queimadura para pele clara/pele escura, a serem incorporadas no formato de página de internet, acessadas através de sites com nomes tipo "Perigo do Sol", "Índice de queimadura do sol", ou "Índice Ultravioleta". 

A exatidão da previsão de UV está bem estabelecida. Tem sido validada por medidas realizadas em estaçoes terrestres,  encontrando-se dentro  de +1 unidade UVI 68% do tempo durante os meses "picos" do verão.[10

A Utilidade do Índice UV

No ambiente atual repleto de dados, o índice UV poderia parecer sem importância, mas a repetição diária pode aumentar a consciência e influir no comportamento.  A experiência canadense é um caso em questão.  O Canadá começou a difundir sua versão do Índice Ultravioleta em maio de 1992. O Índice deles é bastante comparável ao  usado nos Estados Unidos, tendo por base o método do cálculo, a forma de apresentação de dados, e a freqüência com que as pessoas relatam consultá-lo. Uma pesquisa de 1993 envolvendo  1200 canadenses revelou que 73% possuiam conhecimento  do índice com 59%  dos entrevistados indicando que o índice UV havia influenciado seus hábitos de exposicao  solar.[11] Uma pesquisa de  1996 com 4023 canadenses observou que 90% dos entrevistados ouviram ou  viram informacao sobre o índice UV durante os meses de verao, com 50% dos  entrevistados indicando "precaucoes extras" quando o índice UV  encontrava-se alto (7-8,9 no sistema canadense). Os autores concluiram que  mensagens específicas sobre protecao solar podem ser eficazes  em promover  medidas de protecao no público em geral no Canada.[12] Estudos previos nos EUA concluiram que  próximo a 2/3 do publico americano haviam escutado  sobre o Índice Ultravioleta e 40% informaram que este havia sido util  em  modificar suas medidas preventivas contra o sol.[6,7

 
Figura 4
 
 
Figura 5

Associando-se gotas de chuva e fótons (figura 4) pode-se permitir ao Índice  Ultravioleta ser comparado a uma previsao de  servico de Tempo para  precipitacao  (figura 5). Uma predicao de "chuvisco amanha" sugere  preparacao minima (usar um chapeu), enquanto que  "chuva forte no periodo  da tarde" indica   necessidade adicional de levar galochas, casaco de chuva  e sombrinha. Da mesma forma, um Índice UV de 2 requer "minima" protecao (um  chapeu, apenas) , enquanto  que um Índice de 6 aponta para "moderada"  protecao (chapeu, protetor solar, óculos escuros, roupa cobrindo todo o  corpo e procurar sombra). O paradoxal é que a maioria caracteriza "chuva  forte" como "ruim" enquanto se considera um dia ensolarado, sem nuvens,  como "perfeito". 

Usando-se o Índice Ultravioleta  como uma ferramenta educacional bem como  um lembrete diario, os medicos tem a oportunidade de demonstrar o padrao da intensa radiacao do meio-dia e reforcar as recomendacoes  para protecao. Com  o proposito  de prevencao/intervencao precoces e educacao, esta  oportunidade é especialmente importante quando se lida com pais,  professores, membros da diretoria escolar e aqueles envolvidos com cuidados pediatricos pois uma reducao de 80%  no cancer de pele tem sido considerada desde que protetores solares sejam usados na infancia.[13

Com o objetivo de atingir os jovens, a APA desenvolveu o programa escolar FELIZ COM O SOL!.[14] O índice UV será uma parte importante deste programa piloto para 1999 e agendado para uso nacional no ano escolar 2000-2001. Juntamente com este programa governamental há muitos outros programas locais direcionados à modificação de hábitos de exposição solar.[15,16


Locais Potenciais para o Índice Ultravioleta

Uma experiência no Sul da Flórida ilustra o valor do Índice UV. Em 1996, a comunidade dermatologica local, juntamente com cidadãos empenhados  na questão (A Força Tarefa Richard David Kann para Melanoma & cia, do município de Palm Beach)  convenceu a administração da escola local do valor do anúncio diário do Índice Ultravioleta. Um video de 7 minutos foi criado para professores e a Associação  de Professores para Pais explicando os 5 elementos do Índice Ultravioleta e a importância de medidas protetoras apropriadas. Cada escola recebeu uma cópia do vídeo. Com a ajuda da APA, um diagrama "Seja Esperto ao Se Expor ao Sol" , Qual é o Índice Ultravioleta? foi proprorcionado para todos os 9000 professores do município. Cada escola recebeu um poster ampliado do mesmo gráfico, o qual, por ordem  da admistração da escola, foi montado em uma área de destaque e protegida em cada uma das 133 escolas. Começando em setembro de 1996, o Índice Ultravioleta tem sido anunciado diariamente durante as assembléias matinais. Professores e instrutores são lembrados da necessidade de fotoproteção antes de trilhas e outras atividades ao ar livre. 

Muito mais pode ser feito com tal informação. Locais potenciais deveriam incluir a pre-escola e acampamentos que poderiam utilizar o Índice UV para o planejamento de atividades diárias. Quadras de tenis e campos de golfe poderiam apresentar o Índice UV com destaque na entrada da loja de artigos profissionais. Festivais locais, feiras  e shows (por exemplo, shows de floricultura) poderiam  exibir um poster grande na cabine de tíquetes ou na entrada, mostrando o Índice UV diário para lembrar àqueles que entram, a força  do sol e as proteções adequadas para um dado nível (Figuras 3,4) 

O uso do Índice Ultravioleta poderia  ser integrado  no ambiente dermatológico  através da exibição em  destaque do Índice Ultravioleta diariamente, durante convenções. A AAD poderia produzir gráficos ilustrando seu uso na rede internet e poderia encorajar a imprensa a mostrarem melhores gráficos expandindo as apresentações e explicando a semelhança do Índice UV com outras predições de tempo. 

Os dermatologistas podem ajudar a aumentar o conhecimento e o valor do Índice UV  como um lembrete diário da intensidade solar através da demonstração do Índice UV nas salas de espera de consultórios. Sociedades dermatologicas locais, em colaboração  com cidadãos engajados na campanha, e com o  respaldo das nossas organizações nacionais, poderiam disseminar o Índice UV para promover a agenda do Serviço de Câncer de Pele Nacional. [15

Desde que o Índice UV seja exaustivamente explicado, ele tornar-se-á a ferramenta útil do sonho de seus criadores. Algum dia todos nós poderemos consultar o Índice Ultravioleta de forma tão diligente assim como checamos a previsão do tempo. 

Para mais informações e tirar dúvidas sobre o Índice UV relacionado a questões de saúde, favor contactar a  APA no número 1-800-296-1996 , para apectos cientificos, o SNT no número 1-301-713-0622. 

Muitos endereços da rede internet incluem informação  sobre o Índice UV. Alguns dos melhores são relacionados: 

Addendum

Since its inception in 1994 the UV Index has been made available by a bulletin listing 58 cities throughout the country. This list includes the major city for each state including a few states with two or three major cities. Surrounding towns may use the listed city's UV Index value for their own. Recently (May 1, 2000), the National Weather service has expanded its UV Index products to include a gridded database by which a forecast anywhere in the contiguous US and Alaska may be determined. This will allow the private weather companies to significantly expand and enhance their UV Index products to the public. As with the 58 cities, the gridded database is based on the five elements in Fig. 3. The following is a brief list of excellent private weather companies: 

References

1. Parker SL, Tong T, Bolden S, Wingo PA. Cancer statistics, 1997 [published erratum appears in CA Cancer J Clin 1997 Mar-Apr;47(2):68] CA Cancer J Clin 1997;47(1):5-27. PubMed

2. Marks R. Skin cancer control in Australia. The balance between primary prevention and early detection [editorial]. Arch Dermatol, 1995 Apr, 131(4):474-8. PubMed

3. Boreland R, Hill D, Noy, S Being SunSmart. Changes in Community Awareness and Reported Behavior following a Primary Prevention Program for Skin Cancer Control. Behavior Change 7(3):126-135; 1990.

4. Long CS, Miller AJ, Lee H-T, Wild JD, Przywarty RC, Hufford D. Ultraviolet Index forecasts issued by National Weather Service. Bulletin American Meteorological Society 77:729; 1996.

5. Koh HK, Geller AC, Miller DR, Grossbart TA, Lew RA. Prevention and early detection strategies for melanoma and skin cancer. Current status [editorial] Arch Dermatol 1996;132(4):436-43. PubMed

6. Media dissemination of and public response to the Ultraviolet Index-United States 1994-1995. Arch Dermatol 133:907-8; 1997.

7. Geller AC, Hufford D, Miller DR, Sun T, Wyatt SW, Reilley B, Bewerse B, Lisco J, Brooks D, Grupenhoff J, Weary P, Lew RA, Koh HK. Evaluation of the Ultraviolet Index: media reactions and public response. J Am Acad Dermatol 1997;37(6):935-41. PubMed

8. Long CS, NOAA, National Weather Service, National Centers for Environmental Prediction. Ultraviolet Index Verification Report-Indications of Surface Ultraviolet Radiation Observation Characteristics. Climate Prediction Center Report; 1996.

9. Action Steps For Sun Protection. EPA430-F99-026,Sept 1999.

10. CantorM, Rosseel K. EPA SunWise School program. personal communication

11. Decima Research. An Investigation of Canadian Attitudes Related to Environment Canada's UV Index. 1993.

12. Lovato C, Shoveller J, Rivers J. National Survey on Sun Exposure and Protective Behaviors: Final Report, Vancouver. Institute of Health Promotion Research University of British Columbia; 1997.

13. 13. Stern RS, Weinstein MC, Baker SG. Risk reduction for nonmelanoma skin cancer with childhood sunscreen use. Arch Dermatol 1986;122(5):537-45. PubMed

14. Cantor M, Rosseel K, Rutsch, L. The United States Environmental Protection Agency SunWise Program. Health Education & Behavior 26:303-304; June 1999.

15. Geller AC. Current Status of Sun Protection Programs. Cosmetic Dermatology 43-47; May 1999.

16. Miller DR, Geller AC, Wood MC, Lew RA, Koh HK. The Falmouth Safe Skin Project: evaluation of a community program to promote sun protection in youth. Health Educ Behav 1999;26(3):369-84. PubMed

17. Goldsmith LA, Koh HK, Bewerse BA, Reilley B, Wyatt SW, Bergfeld WF, Geller AC, Walters PF. Full proceedings from the National Conference to Develop a National Skin Cancer Agenda. American Academy of Dermatology and Centers for Disease Control and Prevention, Washington, D.C., April 8-10, 1995. J Am Acad Dermatol 1996;35(5 Pt 1):748-56. PubMed


 
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